| QUALIDADE DA
ÁGUA |
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A INOVAÇÃO
DOS FILTROS DE ÁGUA
FONTE: FOLHA DE LONDRINA 06/06/2009.
CURITIBA- A compra de um filtro ou purificador de água pode ser
uma missão das mais complicadas devido a quantidade de modelos
e variedades de preços entre eles. Os aparelhos mais conhecidos
são os direcionados para o consumo humano, mas há modelos
exclusivos para a casa como em caixas d´agua, piscinas e
chuveiros. O mercado nacional oferece produtos com bom custo
benefício.
O filtro é o
equipamento que retêm partículas sólidas da água. As velas (
tubos filtradores) utilizadas, frequentemente, são feitas de
polipropileno e recheadas com pouca ou nenhuma quantidade de
carvão ativado. Os purificadores são mais potentes. As velas
são totalmente preenchidas de carvão ativado que elemina,
além de sólidos, cloro ( aplicado nas estações de tratamento
de água ) e microorganismos. “ a água de beber não deve
conter cloro para o bem da saúde”., afirma a nutricionista e
personal diet Michele Guerra.
O especialista
em equipamentos de filtragem Balta – Mair de oliveira, da
FILTROS & FILTROS, esclarece que para efetuar uma boa
compra, o consumidor deve ficar atento ao custo-beneficio do
aparelho.
“um filtro de
qualidade gira em torno de R$ 350. A manutenção custa em
média um terço do valor do aparelho e deve ser feita, no
mínimo, anualmente. Em algumas marcas chega a quase o preço de
um novo, alerta. A dica de Oliveira é verificar se o sistema de
filtragem é de boa qualidade e se os custos de manutenção
são viáveis para o bolso.
A designer
Katiane Schliper há três anos trocou o filtro de água
acoplado á torneira por um de parede na cozinha da sua casa. Na
época da compra, ficou em dúvida que modelo escolher. “ como
somos em cinco e o consumo é grande, comprar água engarrafada
não seria um bom negócio, então trocamos por um de melhor
qualidade e que coubesse no orçamento” conta. O aparelho tem
o sistema de retrolavagem um recurso de autolimpeza que ela
achou interessante para diminuir os custos com manutenção e
manter as velas mais limpas.
Para as
residências, Oliveira indica os modelos acoplados á torneira (
com uma vela ), purificadores de parede ( com duas velas ), o
tubular walltop ( a vela de carvão ativado á a maior do
mercado, chamada de cartucho), purificadores embutidos na pia
com torneira própria ( dupla filtragem ) e o filtro “ water
filter “ instalado direto no bocal da torneira. Aparelhos com
retrolavagem têm uma manutenção mais cara em relação
àqueles a somente com cartucho, ensina.
Quanto aos
cartuchos, o especialista diz que quanto maior ele for, melhor a
filtragem.
“ O cartucho
com carvão ativado compacto retém melhor as impurezas em
comparação ao carvão granulado”, analisa. |
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Água
clorada aumenta risco de defeitos de nascimento, diz estudo
Fonte: BBC -
Publicada em 03/06/2008 às 10h35m
Gestantes que
consomem água clorada têm um risco maior de dar à luz bebês
com problemas no coração, lábio leporino e defeitos no
cérebro, sugere um estudo realizado com crianças em Taiwan.
De acordo com
os pesquisadores da Universidade de Birmingham, na
Grã-Bretanha, a exposição pré-natal aos derivados do cloro,
conhecidos como trialometanos e que se formam no contato com a
água, pode dobrar as chances de crianças terem defeitos de
nascimento. Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram
400 mil crianças chinesas e compararam o nível de exposição
aos derivados do cloro com a presença de 11 dos defeitos de
nascimento mais comuns.
Segundo o estudo, a exposição a 20 microgramas de trialometano
por litro de água provocou um aumento de 50% a 100% nas chances
de as crianças nascerem com três defeitos considerados comuns:
lábios leporinos, anencefalia (cérebro nasce sem o encéfalo)
e septo ventricular (furos no coração).
Mecanismos Apesar de terem analisado água clorada com
diferentes concentrações de cloro (alta, média e baixa), os
cientistas não encontraram nenhuma relação entre o nível de
exposição e a prevalência de um defeito específico.
Entretanto, os pesquisadores afirmam que a exposição maior do
que 5ug/L aumenta de maneira significativa os defeitos
mencionados no estudo. "Os mecanismos biológicos que fazem
os derivados do cloro causarem defeitos nos bebês ainda são
desconhecidos", explica Jouni Jaakkola, principal autor do
estudo. "No entanto, nossas descobertas não apenas
reforçam a teoria de que a água clorada pode causar defeitos
de nascimento, mas sugere que a exposição aos derivados do
cloro pode ser responsável por defeitos comuns e
específicos", afirmou.
De acordo com Jaakkola, apesar dos benefícios da clorificação
da água, é necessário que mais pesquisas sejam desenvolvidas
para avaliar os efeitos colaterais desse processo. A pesquisa
sobre o impacto da exposição ao cloro na gravidez está
publicada na edição de junho da revista científica Journal of
Environmental Health. Para mais notícias, visite o site da BBC
Brasil. |
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Garrafões
podem causar riscos de contaminação à água mineral
Fonte: Gazeta do Povo, PR - 25/09/2002
O processo de
distribuição da água mineral e problemas apresentados pelos
garrafões de 20 litros, que acondicionam o produto, representam
um risco real de contaminação da mercadoria. O alerta foi
levantado ontem, durante o 1.º Seminário de Qualidade na
Produção e Distribuição de águas Minerais, realizado em
Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba.
Participaram do encontro representantes do poder público, dos
empresários do setor e de órgãos de defesa do consumidor. O
seminário foi promovido pela prefeitura do município, que tem
quatro engarrafadoras e um grande potencial de exploração do
recurso. O secretário de Saúde de Almirante Tamandaré, José
Carlos de Abreu, disse que a vigilância sanitária municipal
recebe denúncias pontuais de problemas na qualidade da água
mineral (alteração do gosto, da cor). No entanto, embora ainda
não haja grandes problemas sanitários com relação ao
produto, a preocupação do município é eliminar os riscos.
O consultor técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumidor (Idec), Sezifredo Paz, afirmou que uma das
reclamações mais freqüentes são os vazamentos nos garrafões
de água mineral. Segundo ele, se não há vedação adequada da
embalagem, tanto a água pode sair como contaminantes podem
entrar no garrafão.
A empresária Maria Alice Carneiro, proprietária da
engarrafadora Timbu, uma das maiores da região metropolitana,
disse que outro problema é o respeito à vida útil dos
garrafões. Segundo ela, os fabricantes informam que os galões
podem ser usados de 6 meses a 1 ano. Vencido o prazo, as
embalagens ficam mais suscetíveis à entrada de agentes
contaminantes. No entanto, não há controle algum quanto ao
reuso das embalagens, que podem ficar anos no mercado. "O
problema dos garrafões sai do controle da empresa", disse
ela.
A Timbu, por exemplo, engarrafa galões que são levados pelas
distribuidoras. A indústria já recebeu de volta embalagens com
cheiro de combustível e muito sujas. Outro risco está na
distribuição e nos pontos de venda. Os garrafões não podem
ficar expostos ao sol por muito tempo. A empresária Maria Alice
relatou que a água mineral sob intensa luz solar, por três
dias seguidos, pode ficar esverdeada, em virtude da
proliferação de algas. Também não é recomendável que os
vasilhames fiquem próximos a botijões de gás.
O produto pode migrar e entrar no garrafão através das falhas
de vedação, causando alteração do sabor da água. No
entanto, essas duas situações são extremamente comuns, em
postos de gasolina. Nas casas dos consumidores e nas empresas, o
risco de contaminação muitas vezes ocorre pela falta de
cuidados com a limpeza dos bebedouros. No seminário surgiu a
idéia de que os fabricantes, reunidos em uma associação,
possam promover campanhas educativas para os distribuidores e
para a população. Outra proposta é a de que seja promulgada
no Paraná uma lei que estabeleça normas de segurança para a
distribuição do produto, a exemplo da que já existe em São
Paulo. |
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Água
britânica contém traços de Prozac
FONTE: www.bbc.co.uk - 08/08/2004
| Prozac
é um dos anti-depressivos mais populares |
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Traços
do anti-depressivo Prozac podem ser encontrados na água
bebida na Grã-Bretanha, segundo um estudo. O relatório
da Agência para o Meio Ambiente sugere que tanta gente
toma o remédio que resíduos estão se concentrando em
rios e na água encontrada em solo britânico. Uma
reportagem publicada pelo jornal Observer neste domingo
afirma que a agência do governo que monitora o
meio-ambiente discutiu o impacto na saúde humana. Um
porta-voz da Inspetoria de Água Potável (DWI na sigla
em inglês) disse que muito provavelmente o Prozac
encontrado está extremamente diluído. |
"Alarmante"
O estudo da Agência do Meio Ambiente concluiu que o Prozac
encontrado na água pode ser potencialmente tóxico e é uma
"potencial preocupação".
O jornal afirma que ambientalistas estão pedindo uma
investigação urgente sobre o assunto.
Segundo o jornal, o porta-voz para meio-ambiente do Partido
Liberal Democrata, da oposição, o parlamentar Norman Baker,
disse que "a princípio parece um caso de medicação
maciça disfarçada para um público que não suspeita de
nada".
Ele teria dito que "é alarmante que ninguém tenha
monitorado os níveis de Prozac ou resíduos de outros
medicamentos na água potável britânica."
Aumento de receitas
A DWI declarou que é pouco provável que o Prozac encontrado na
água represente algum risco, porque está "muito
diluído".
O jornal afirma que a descoberta aumenta a preocupação de que
o remédio esteja sendo amplamente receitado pelos médicos.
Entre 1991 e 2001, o número de receitas médicas para
anti-depressivos aumentou de 9 milhões por ano para 24 milhões
por ano, informa o jornal.
Especialistas afirmam que o anti-depressivo chega aos rios e ao
sistema de água através do tratamento dos esgotos.
Não se sabe qual a quantidade exata de Prozac encontrada na
água britânica. |
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Água mineral sob suspeita: estudo apura que ela contém
vírus que atinge o estômago
FONTE: WWW.PROMETEU.COM.BR
- 11/04/2002
A confiança cega na água mineral, teoricamente a mais
segura para o consumo humano, sofreu um abalo com um estudo
feito por pesquisadores da Universidade de Berna (Suíça). O
trabalho analisou 29 diferentes tipos europeus de água mineral
engarrafada e concluiu que em 11 deles estava presente o vírus
responsável pela maioria dos problemas de desarranjo estomacal
em seres humanos, o NLV (norwalk-like virus). O pesquisador
Christian Beuret, da Universidade de Berna e da Autoridade de
Controle Alimentar de Solothurn (Suíça), que coordenou a
pesquisa, acredita que em algum momento, no local onde surge ou
durante o engarrafamento, a água mineral teve algum contato com
fezes humanas. Os resultados da pesquisa do laboratório foram
confirmados por um laboratório privado independente.
Beuret não apura em seu estudo o quanto o consumo dos
exemplares de garrafas de água analisados poderiam ser nocivos
a seres humanos, deixando suspensa a possibilidade de que sua
descoberta possa não ter efeito algum na saúde humana. No meio
científico há divergências. Enquanto alguns estudos já
encontraram exemplares de NLV em humanos adultos saudáveis, há
estudos que indicam que um baixo nível de incidência do vírus
NLV na água mineral é capaz de provocar gastrenterite
(inflamação simultânea do estômago e dos intestinos) em
pessoas mais idosas. De qualquer forma, o trabalho deixa a
suspeita de que possa estar havendo algum problema na
higienização do produto. Empresas européias do setor de
engarrafamento e venda de água questionaram o estudo afirmando
que a contaminação possa ter ocorrido durante as próprias
análises do material feitas pelos pesquisadores.
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